Por Isabela Gennari
O
surgimento do ensino à distância (EaD) colocou em destaque o tutor, um intermediário entre professor
e alunos que tem por objetivo auxiliá-los nas atividades. No fundo, o tutor de
EaD é o próprio professor ao longo do curso. É ele quem auxilia, corrige
atividades e está diariamente com os estudantes.
O
estudo de Mill (2006) apresenta algumas características essenciais do trabalho
do tutor. Dentre elas está a necessidade de expressar-se, comunicar-se. A
comunicação é essencial em qualquer ambiente educacional, mas na EaD exige
certos cuidados.
Já
que é inevitável, vamos comparar o ensino
à distância com o presencial. No presencial, percebemos as dificuldades dos alunos por ações corriqueiras, como seu comportamento e reações em sala. E na EaD? A resposta que temos dos nossos alunos é o retorno (feedback) que eles nos dão. Há outras formas de vermos o rendimento, mas até chegarmos a esse ponto é porque a situação já está fora do esperado.
à distância com o presencial. No presencial, percebemos as dificuldades dos alunos por ações corriqueiras, como seu comportamento e reações em sala. E na EaD? A resposta que temos dos nossos alunos é o retorno (feedback) que eles nos dão. Há outras formas de vermos o rendimento, mas até chegarmos a esse ponto é porque a situação já está fora do esperado.
Assim
como o tutor precisa desse feedback, para
os alunos também faz-se necessário. O feedback
é a avaliação, os erros, os acertos, e por isso mesmo deve ser dado com
consistência e “formalidade”, como em qualquer outra modalidade de ensino. Temos ainda um agravante: texto escrito.
Às vezes as palavras pesam demais, não era exatamente aquilo que queríamos
dizer, a falta de uma expressão no rosto ou suavidade na voz pode gerar constrangimentos
ou desentendimentos.
Por
fim, o feedback deles nos diz como
está a matéria, a assimilação do conteúdo e o nosso nos diz “Estamos aqui.
Contem conosco.”.

